Liberação de eventos no Município do Rio

August 1, 2018

 

A Rio Eventos promoveu promoveu no ultimo dia 12/07/2018, um encontro com empresários do setor privado de eventos, representantes do trade turístico e órgãos públicos, tendo em pauta a desburocratização do processo de liberação de eventos na cidade, entre outros temas. A agenda visava a produção de um documento que ilustre as ideias do mercado para aprimorar o processo vigente na cidade. A ideia baseia-se em demandas constantes das entidades de classe e produtores para que o Rio de Janeiro se reposicione e retome seu espaço no mercado de eventos nacional.

 

O presidente da Rio Eventos, Marcelo Alves explicou:

"A cidade do Rio de Janeiro tem infraestrutura, expertise, prestadores de serviços e empresas capacitadas para a realização de grandes eventos. Temos que ser a número um do Brasil nessas atividades, e, para isso, é preciso reduzir a burocracia e incentivar o mercado para atrairmos grandes eventos e congressos para a cidade, aumentando o número de turistas que visitam o Rio."

 

Dados da Embratur sobre o gasto médio dos turistas mostram que o visitante que vem à cidade a lazer gasta US$ 61 por dia, enquanto o viajante de negócios gasta US$ 329. O setor de MICE (da sigla em inglês: Reuniões, Incentivos, Congressos e Exposições) tem grande impacto na economia criativa da cidade, que já conta com uma agenda de 240 eventos confirmados até 2027 e devem movimentar US$ 756 milhões na economia local. 

 

A discussão não é nova. Em 2016, a Prefeitura do Rio, ainda na gestão Eduardo Paes, chegou a criar uma estrutura, batizada de Rio Eventos e entregue ao comando do publicitário André Marini, exatamente para resolver as reclamações que todo produtor de eventos tem sobre a complicação que é conseguir promover qualquer atividade promocional na cidade do Rio de Janeiro.

 

Com a eleição de Marcelo Crivella, Marini foi deslocado para a Cidade das Artes e, aparentemente, o RioEventos, apesar de não ter sido desmontado, até agora não conseguiu criar soluções efetivas para as questões.

 

Em 2017, Crivella criou o sistema “Rio Ainda Mais Fácil Eventos – RIAMFE”, prometendo a tal desburocratização. O sistema recebeu inúmeras críticas, inclusive uma ação contrária da Ordem dos Advogados do Brasil. E as dificuldades não desapareceram.

 

Não por acaso, em 2016, durante o encontro “ESFE-Encontro de Feiras e Eventos”, que reuniu no Rio empresários do setor vindos de todo o Brasil, houve uma unanimidade na conclusão de que o Rio de Janeiro é a cidade brasileira com mais entraves burocráticos a se transpor na área de eventos comerciais, razão pela qual acabava sendo preterida no planejamento de muitos eventos corporativos.

 

Marcelo Alves, que já foi empresário da área, através de sua agência Adma, quer tentar mais uma vez:

– Temos que reunir todos os interessados na área de eventos para botar os podres na mesa e encontrar um caminho. Eu quero transformar o Rio, nos próximos três anos, na cidade que mais realize eventos comerciais do Brasil. O Turismo e a área de Eventos precisam andar juntos. E para as empresas promotoras se estimularem a vir para o Rio, é fundamental que não tenham mais dificuldades aqui do que em outras cidades — defendeu o presidente da Riotur.

 

 

 

 

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